Autores do modernismo no Brasil
Os autores do modernismo brasileiro produziram obras inovadoras. Clarice Lispector é a escritora modernista mais famosa. Ela é autora do livro A hora da estrela.
Por Warley Souza
Os autores do Modernismo no Brasil produziram obras inovadoras, que apresentam elementos nacionalistas, realismo social, além de temas universais. A literatura modernista brasileira possui grandes autores, como Mário de Andrade, autor de Macunaíma; Erico Verissimo, autor de O tempo e o vento; Ferreira Gullar, autor de Poema sujo, Clarice Lispector; autora de A hora da estrela, e João Guimarães Rosa, autor de Grande sertão: veredas.
Leia também: Lista com os mais famosos escritores brasileiros
Resumo sobre os autores do modernismo no Brasil
- O Modernismo no Brasil apresenta autores famosos como: Mário de Andrade, Graciliano Ramos, Clarice Lispector e João Guimarães Rosa.
- Os autores do Modernismo no Brasil pertencem a uma destas gerações:
- primeira geração (1922-1930);
- segunda geração (1930-1945);
- terceira geração (1945-1978).
- São obras importantes de autores do Modernismo livros como: Macunaíma, Vidas secas, A hora da estrela e Grande sertão: veredas.
Quais são os principais autores do Modernismo no Brasil
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Manuel Bandeira
Nasceu em 19 de abril de 1886, na cidade de Recife, no estado de Pernambuco. Além de poeta, foi professor. Faz parte da primeira geração do modernismo brasileiro, marcada pela ironia, regionalismo e inovação. Faleceu em 13 de outubro de 1968, na cidade do Rio de Janeiro. Para saber mais, clique aqui.
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Oswald de Andrade
Nasceu em 11 de janeiro de 1890, na cidade de São Paulo, em uma família rica. Ele se formou em Direito, mas não exerceu a profissão. Participou da Semana de Arte Moderna e faz parte da primeira geração modernista, de caráter antiacadêmico. Suas obras apresentam ironia, metalinguagem e neologismos. Faleceu em 22 de outubro de 1954, na cidade de São Paulo. Para saber mais, clique aqui.
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Graciliano Ramos
Nasceu em Quebrangulo, no estado de Alagoas, no dia 27 de outubro de 1892. Além de romancista, foi prefeito de Palmeira dos Índios, diretor da Imprensa Oficial de Alagoas e Inspetor Federal de Ensino Secundário do Rio de Janeiro. É um autor da Geração de 1930, com obras marcadas pelo regionalismo, crítica sociopolítica e determinismo. Faleceu em 20 de março de 1953, na cidade do Rio de Janeiro. Para saber mais, clique aqui.
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Mário de Andrade
Nasceu em 9 de outubro de 1893, na cidade de São Paulo. Além de escritor, foi professor de Estética e História da Música no Conservatório Dramático e Musical, além de diretor do Departamento de Cultura de São Paulo e diretor do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro. Participou da Semana de Arte Moderna e faz parte da primeira geração modernista, com obras que valorizam o folclore nacional e a “língua brasileira”. Faleceu em 25 de fevereiro de 1945, na cidade de São Paulo. Para saber mais, clique aqui.
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Jorge de Lima
Nasceu em 23 de abril de 1893, em União dos Palmares, no estado de Alagoas. Além de poeta, foi médico, deputado e professor. Faz parte da segunda geração modernista, com obras que apresentam reflexão existencial, temática religiosa, traços surrealistas e valorização da cultura afro-brasileira. Faleceu em 15 de novembro de 1953, no Rio de Janeiro. Para saber mais, clique aqui.
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José Lins do Rego
Nasceu em 3 de junho de 1901, na cidade de Pilar, no estado da Paraíba. Além de romancista, foi promotor, fiscal, além de ser secretário da Confederação Brasileira de Desportos. Faz parte da Geração de 1930, com obras regionalistas que apresentam traços autobiográficos, linguagem objetiva, determinismo e crítica sociopolítica. Faleceu em 12 de setembro de 1957, no Rio de Janeiro. Para saber mais, clique aqui.
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Cecília Meireles
Nasceu em 7 de novembro de 1901, na cidade do Rio de Janeiro. Além de poetisa, foi professora. Faz parte da segunda geração modernista, com obras que apresentam conflito existencial, melancolia, além de equilíbrio entre inovação e tradição. Faleceu em 9 de novembro de 1964, no Rio de Janeiro. Para saber mais, clique aqui.
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Murilo Mendes
Nasceu em 13 de maio de 1901, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Além de escrever poesia, trabalhou com arquivista, inspetor de ensino secundário do Distrito Federal, secretário da Comissão Nacional de Literatura Infantil e escrivão. Faz parte da segunda geração modernista, com obras que apresentam caráter metafísico, surrealista e com influência católica. Faleceu em 13 de agosto de 1975, em Lisboa, Portugal.
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Carlos Drummond de Andrade
Nasceu em 31 de outubro de 1902, em Itabira, Minas Gerais. Além de poeta, também trabalhou na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN). Pertencente à segunda geração modernista, escreveu uma poesia em que sobressai o verso livre, com temática do cotidiano, universalidade e crítica sociopolítica. Faleceu em 17 de agosto de 1987, no Rio de Janeiro. Para saber mais, clique aqui.
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Erico Verissimo
Nasceu em 17 de dezembro de 1905, em Cruz Alta, no Rio Grande do Sul. Além de romancista, também foi diretor da Revista do Globo, presidiu a Associação Rio-Grandense de Imprensa, deu aulas de Literatura Brasileira na Universidade da Califórnia e foi diretor do Departamento de Assuntos Culturais da União Pan-Americana. Faz parte da Geração de 1930, com obras de caráter regionalista, com linguagem simples e crítica social. Faleceu em 28 de novembro de 1975, em Porto Alegre.
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João Guimarães Rosa
Nasceu em 27 de junho de 1908, em Cordisburgo, Minas Gerais. Além de escritor, também foi cônsul e membro da Academia Brasileira de Letras. Autor pertencente à terceira fase do modernismo brasileiro (ou pós-modernismo), suas obras apresentam lirismo, neologismos, elementos regionais, fluxo de consciência e temática universal. Faleceu em 19 de novembro de 1967, no Rio de Janeiro. Para saber mais, clique aqui.
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Rachel de Queiroz
Nasceu em 17 de novembro de 1910, em Fortaleza, no Ceará. Além de romancista, foi redatora do jornal O Ceará e a primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras. Integrante da Geração de 1930, suas obras são regionalistas e apresentam realismo social e linguagem objetiva. Faleceu em 4 de novembro de 2003, no Rio de Janeiro.
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Jorge Amado
Nasceu em 10 de agosto de 1912, em Itabuna, Bahia. Um dos poucos escritores brasileiros que conseguiram viver de direitos autorais, o romancista também foi deputado federal, autor da lei que protege a liberdade de culto religioso. Pertencente à Geração de 1930, suas obras apresentam caráter regionalista e crítica sociopolítica. Faleceu em 6 de agosto de 2001, em Salvador.
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Vinicius de Moraes
Nasceu em 19 de outubro de 1913, na cidade do Rio de Janeiro. Além de poeta, foi cantor, compositor e diplomata. Pertence à segunda geração modernista, com obras marcadas por conflito existencial, temas do cotidiano e crítica social. Faleceu em 9 de julho de 1980, no Rio de Janeiro.
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Clarice Lispector
Nasceu em 10 de dezembro de 1920, em Tchetchelnik, na Ucrânia. Mas sua família se mudou para o Brasil em 1922 e passou a residir em Maceió. Além de romancista e contista, foi redatora da Agência Nacional e fez faculdade de Direito. Faz parte da terceira fase do modernismo brasileiro (ou pós-modernismo), com obras que apresentam monólogo interior, análise psicológica e temas universais. Faleceu em 9 de dezembro de 1977, no Rio de Janeiro.
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João Cabral de Melo Neto
Nasceu em 9 de janeiro de 1920, em Recife. Além de poeta, também atuou como diplomata. Pertencente à Geração de 1945, suas obras apresentam cuidado formal, temas sociais e regionalismo. Faleceu em 9 de outubro de 1999, no Rio de Janeiro.
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Ferreira Gullar
Nasceu em 10 de setembro de 1930, em São Luís do Maranhão. Além de poeta, foi redator da revista Manchete e crítico de arte no Jornal do Brasil. Faz parte da Geração de 1945, com obras marcadas pelo cuidado formal, realismo social e engajamento político. Faleceu em 4 de dezembro de 2016, no Rio de Janeiro.
Artistas do modernismo brasileiro
- Tarsila do Amaral (1886-1973).
- Heitor Villa-Lobos (1887-1959).
- Anita Malfatti (1889-1964).
- Victor Brecheret (1894-1955).
- Di Cavalcanti (1897-1976).
- Vicente do Rego Monteiro (1899-1970).
- Ismael Nery (1900-1934).
- Zina Aita (1900-1967).
- Candido Portinari (1903-1962).
Obras do modernismo
→ Obras do modernismo na literatura
- Pauliceia desvairada (1922), de Mário de Andrade.
- Memórias sentimentais de João Miramar (1924), de Oswald de Andrade.
- Pau-Brasil (1925), de Oswald de Andrade.
- Amar, verbo intransitivo (1927), de Mário de Andrade.
- Macunaíma (1928), de Mário de Andrade.
- Libertinagem (1930), de Manuel Bandeira.
- O quinze (1930), de Rachel de Queiroz.
- Menino de engenho (1932), de José Lins do Rego.
- Serafim Ponte Grande (1933), de Oswald de Andrade.
- S. Bernardo (1934), de Graciliano Ramos.
- Capitães da areia (1937), de Jorge Amado.
- O rei da vela (1937), de Oswald de Andrade.
- Vidas secas (1938), de Graciliano Ramos.
- Novos poemas (1938), de Vinicius de Moraes.
- O visionário (1941), de Murilo Mendes.
- A rosa do povo (1945), de Carlos Drummond de Andrade.
- Sagarana (1946), de João Guimarães Rosa.
- Poemas negros (1947), de Jorge de Lima.
- O tempo e o vento (1949-1961), de Erico Verissimo.
- Romanceiro da Inconfidência (1953), de Cecília Meireles.
- Morte e vida severina (1955), de João Cabral de Melo Neto.
- Grande sertão: veredas (1956), de João Guimarães Rosa.
- Gabriela, cravo e canela (1958), de Jorge Amado.
- A paixão segundo G.H. (1964), de Clarice Lispector.
- Incidente em Antares (1970), de Erico Verissimo.
- Poema sujo (1976), de Ferreira Gullar.
- A hora da estrela (1977), de Clarice Lispector.
- Poesia pois é poesia (1977), de Décio Pignatari.
- Viva vaia (1979), de Augusto de Campos.
- Galáxias (1984), de Haroldo de Campos.
→ Outras artes
- A boba (1915), pintura de Anita Malfatti.
- O homem amarelo (1917), pintura de Anita Malfatti.
- Cabeça de Cristo (1920), escultura de Victor Brecheret.
- A sombra (1922), pintura de Zina Aita.
- Carnaval em Madureira (1924), pintura de Tarsila do Amaral.
- Retrato de Adalgisa (1924), pintura de Ismael Nery.
- Atirador de arco (1925), pintura de Vicente do Rego Monteiro.
- Samba (1925), pintura de Di Cavalcanti.
- Abaporu (1928), pintura de Tarsila do Amaral.
- Bachianas brasileiras (1930-1945), composição de Heitor Villa-Lobos.
- Operários (1933), pintura de Tarsila do Amaral.
- O lavrador de café (1934), pintura de Candido Portinari.
- Os retirantes (1944), pintura de Candido Portinari.
Para conferir mais obras do modernismo brasileiro, clique aqui.
Fases do modernismo no Brasil
O modernismo no Brasil teve três fases. A fase de destruição teve início em 1922 e término em 1930. A fase de reconstrução durou de 1930 a 1945. Por fim, a fase pós-moderna vigorou entre 1945 e 1978. Essa última fase engloba a Geração de 1945, o concretismo e a prosa pós-moderna.
Características do modernismo no Brasil
FASE OU CORRENTE LITERÁRIA |
CARACTERÍSTICAS |
Primeira geração |
Caráter inovador, ironia, experimentalismo, nacionalismo, regionalismo, visão antiacadêmica, versos livres, valorização da linguagem coloquial. |
Segunda geração |
Crise existencial, temática social, uso de versos regulares, brancos e livres. |
Romance de 1930 |
Regionalismo, crítica sociopolítica, determinismo, linguagem simples, narrativas dinâmicas. |
Poesia de 1945 |
Realismo social, crítica política, cuidado formal. |
Concretismo |
Aspecto verbivocovisual, ao valorizar a palavra, o som e a imagem. |
Prosa pós-moderna |
Monólogo interior (fluxo de consciência), temas universais, caráter metalinguístico. |
Exercícios sobre autores do modernismo no Brasil
Questão 1 (Enem)
Precisa-se nacionais sem nacionalismo, [...] movidos pelo presente mas estalando naquele cio racial que só as tradições maduram! [...]. Precisa-se gentes com bastante meiguice no sentimento, bastante força na peitaria, bastante paciência no entusiasmo e sobretudo, oh! sobretudo bastante vergonha na cara!
[...] Enfim: precisa-se brasileiros! Assim está escrito no anúncio vistoso de cores desesperadas pintado sobre o corpo do nosso Brasil, camaradas.
Jornal A Noite, São Paulo, 18/12/1925 apud LOPES, Telê Porto Ancona. Mário de Andrade: ramais e caminhos. São Paulo: Duas Cidades, 1972.
No trecho acima, Mário de Andrade dá forma a um dos itens do ideário modernista, que é o de firmar a feição de uma língua mais autêntica, “brasileira”, ao expressar-se numa variante de linguagem popular identificada pela(o):
A) escolha de palavras como cio, peitaria, vergonha.
B) emprego da pontuação.
C) repetição do adjetivo bastante.
D) concordância empregada em Assim está escrito.
E) escolha de construção do tipo precisa-se gentes.
Resolução:
Alternativa E.
Ao excluir a preposição “de” da expressão “precisa-se [de] gentes”, Mário de Andrade busca utilizar uma língua mais autêntica, mais popular, mais brasileira, menos comprometida com a gramática normativa.
Questão 2 (Enem)
No poema Procura da poesia, Carlos Drummond de Andrade expressa a concepção estética de se fazer com palavras o que o escultor Michelângelo fazia com mármore. O fragmento abaixo exemplifica essa afirmação.
[...]
Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
[...]
Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível, que lhe deres:
trouxeste a chave?
Carlos Drummond de Andrade. A rosa do povo. Rio de Janeiro: Record, 1997, p. 13-14.
Esse fragmento poético ilustra o seguinte tema constante entre autores modernistas:
A) a nostalgia do passado colonialista revisitado.
B) a preocupação com o engajamento político e social da literatura.
C) o trabalho quase artesanal com as palavras, despertando sentidos novos.
D) a produção de sentidos herméticos na busca da perfeição poética.
E) a contemplação da natureza brasileira na perspectiva ufanista da pátria
Resolução:
Alternativa C.
O enunciado da questão sugere que o poeta “expressa a concepção estética de se fazer com palavras o que o escultor Michelângelo fazia com o mármore”. Portanto, o fragmento do poema de Drummond evidencia o trabalho quase artesanal com as palavras, despertando sentidos novos, já que cada palavra, segundo o eu lírico, “tem mil faces secretas sob a face neutra”. Esse caráter metalinguístico, a reflexão acerca do fazer poético, é um tema tratado por autores modernistas.
Fontes
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ABL. José Lins do Rego: biografia. Disponível em: https://www.academia.org.br/academicos/jose-lins-do-rego/biografia.
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